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Clinical Outcomes Following PM Implantation: A 3-Year Comparative Study of Sick Sinus Syndrome and Atrioventricular Block.

📚 期刊: Arquivos brasileiros de cardiologia 📅 发表: 0000-00-00 🔬 PMID: 42484209 🔗 DOI: 10.36660/abc.20250751 👁️ 浏览: 8

👤 作者: Polat F, Tüner H, Can V, Terzi S

心律失常

📑 引用格式

APA Vancouver 国标 GB/T 7714 BibTeX RIS
Polat F, Tüner H, Can V, Terzi S (0000). Clinical Outcomes Following PM Implantation: A 3-Year Comparative Study of Sick Sinus Syndrome and Atrioventricular Block.. Arquivos brasileiros de cardiologia. https://doi.org/10.36660/abc.20250751

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📝 摘要

BACKGROUND: Permanent pacemaker implantation is an established treatment for both sick sinus syndrome (SSS) and atrioventricular block (AVB), yet limited data exist comparing long-term clinical outcomes and cardiac remodeling patterns between these distinct bradyarrhythmic etiologies. OBJECTIVES: To compare three-year clinical outcomes and cardiac structural changes between SSS and AVB patients following permanent pacemaker implantation. METHODS: This retrospective observational study enrolled 192 adult patients (65 SSS, 127 AVB) who underwent pacemaker implantation between January 2018 and December 2020. Demographic data, echocardiographic parameters, pacemaker-recorded data, and clinical outcomes were assessed at baseline, one month, six months, one year, and three years. Primary outcomes included changes in cardiac structure and function, symptomatic improvement, new-onset atrial fibrillation, rehospitalization, and all-cause mortality. RESULTS: Both groups demonstrated significant declines in left ventricular ejection fraction over three years (SSS: 57.2±6.0% to 54.3±8.3%, p<0.001; AVB: 55.5±7.0% to 53.0±6.8%, p<0.001). Despite similar ventricular dysfunction progression, distinct remodeling patterns emerged: SSS patients exhibited significant increases in left atrial diameter (31.3 to 38.8 mm, p=0.040), left ventricular end-diastolic diameter (45.2 to 51.0 mm, p<0.001), and mitral regurgitation prevalence (26.2% to 64.6%), while AVB patients maintained stable chamber dimensions despite high ventricular pacing burden (>90%). Symptomatic improvement was comparable (SSS: 85.6% vs. AVB: 83.5%, p=0.84), as were new-onset atrial fibrillation (41.5% vs. 37.0%, p=0.54), rehospitalization (50.8% vs. 58.3%, p=0.38), and all-cause mortality (13.8% vs. 11.8%, p=0.69). Mortality predictors differed: mitral regurgitation severity in SSS versus coronary artery disease, beta-blocker therapy, and left atrial volume in AVB patients. CONCLUSIONS: Despite similar symptomatic benefits and clinical outcomes, SSS and AVB patients demonstrate distinct cardiac remodeling patterns and different mortality predictors, supporting the need for etiology-specific follow-up strategies in pacemaker recipients. FUNDAMENTO: O implante de marca-passo permanente é um tratamento estabelecido tanto para a síndrome do nó sinusal (SNS) quanto para o bloqueio atrioventricular (BAV), porém existem poucos dados comparando os resultados clínicos a longo prazo e os padrões de remodelamento cardíaco entre essas distintas etiologias bradiarrítmicas. OBJETIVOS: Comparar os resultados clínicos e as alterações estruturais cardíacas em três anos entre pacientes com SNS e BAV após implante de marca-passo permanente. MÉTODOS: Este estudo observacional retrospectivo incluiu 192 pacientes adultos (65 com SNS, 127 com BAV) submetidos a implante de marca-passo entre janeiro de 2018 e dezembro de 2020. Dados demográficos, parâmetros ecocardiográficos, dados registrados pelo marca-passo e desfechos clínicos foram avaliados no início do estudo, após um mês, seis meses, um ano e três anos. Os desfechos primários incluíram alterações na estrutura e função cardíacas, melhora dos sintomas, fibrilação atrial de início recente, reinternação e mortalidade por todas as causas. RESULTADOS: Ambos os grupos demonstraram declínios significativos na fração de ejeção do ventrículo esquerdo ao longo de três anos (SNS: 57,2±6,0% para 54,3±8,3%, p<0,001; BAV: 55,5±7,0% para 53,0±6,8%, p<0,001). Apesar da progressão semelhante da disfunção ventricular, padrões distintos de remodelamento emergiram: os pacientes com SNS apresentaram aumentos significativos no diâmetro do átrio esquerdo (31,3 para 38,8 mm, p=0,040), no diâmetro diastólico final do ventrículo esquerdo (45,2 para 51,0 mm, p<0,001) e na prevalência de regurgitação mitral (26,2% para 64,6%), enquanto os pacientes com BAV mantiveram dimensões ventriculares estáveis apesar da alta carga de estimulação ventricular (>90%). A melhora dos sintomas foi comparável (SNS: 85,6% vs. BAV: 83,5%, p=0,84), assim como o surgimento de fibrilação atrial (41,5% vs. 37,0%, p=0,54), a reinternação (50,8% vs. 58,3%, p=0,38) e a mortalidade por todas as causas (13,8% vs. 11,8%, p=0,69). Os preditores de mortalidade diferiram: gravidade da regurgitação mitral em pacientes com SNS versus doença arterial coronariana, terapia com betabloqueadores e volume do átrio esquerdo em pacientes com BAV. CONCLUSÕES: Apesar dos benefícios sintomáticos e resultados clínicos semelhantes, pacientes com SNS e BAV demonstram padrões distintos de remodelamento cardíaco e diferentes preditores de mortalidade, o que reforça a necessidade de estratégias de acompanhamento específicas para cada etiologia em pacientes com marca-passo.

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